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Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 127ª edição | 05 de 2018.

Os traços comuns entre Stephen Hawking e Jerônimo Mendonça

  • Jerônimo e Stephen Jerônimo e Stephen

O físico inglês Stephen Hawking, morto em março último, e o humanista espírita Jerônimo Mendonça, cognominado O Gigante Deitado, desencarnado em 1989, carregaram o peso da mesma enfermidade a maior parte de suas vidas: a esclerose múltipla amiotrófica.

Os exemplos de vida que ambos proporcionaram à Humanidade merecem ser analisados, absorvidos e, ainda que em diminuta escala, replicados por tantos de nós que eventualmente venhamos nos defrontar com situações parecidas.

Hawking, como homem de ciência, citou Deus muitas vezes, porém, terminou a vida excluindo o Ser Supremo da criação do Universo. Jerônimo, ao contrário, nunca duvidou e as dores físicas e morais que experimentou por mais de três décadas só reforçaram a sua fé num Criador perfeito, justo e bom.

A pergunta que muita gente poderia fazer é: por que, do ponto de vista espiritual e divino, pessoas com tamanha capacidade intelectual e moral também, porque ambos foram pessoas de bem, dignas e dedicadas ao próximo, cada um a sua maneira, por que eles tiveram que sofrer tanto com esta doença? 

A história de Jerônimo está no livro “Jerônimo Mendonça: Sua Vida e Sua Obra”, de Maria Gertrudes Coelho Maluf, descrevendo-lhe reencarnações anteriores como o príncipe egípcio Horemseb, depois Cambises e o rei Luís da Baviera. Mais informações sobre Horemseb/ Jerônimo, encontramos em “Romance de Uma Rainha” (em dois volumes), do Conde J. W. Rochester. 

Por isso, conta-se que, certa vez, o espírito do Dr. Fritz disse que ele, Jerônimo, padecia da doença dos três “Cs”: cama, carma e calma.

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