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Jornal Comunica Ação Espírita | 75ª edição | 09 de 2009.
A participação só foi possível graças a uma parceria envolvendo a Distribuidora e Livraria Ponto de Luz da capital paranaense e mais seis editoras que bancaram a quase totalidade dos custos da locação do estande. Foram elas: Boa Nova, Casa dos Espíritos, Didier, EBM, IDE e Lúmen.
A 1ª Bienal do Livro de Curitiba transcorreu entre os dias 27 de agosto e 04 de setembro no Expo Unimed, no campus da Universidade Positivo. Lá esteve também, em local bem próximo do estande ADE-PR/Ponto de Luz a Livraria Mundo Espírita da Federação Espírita do Paraná, em parceria com a FEB. Ao todo foram 70 expositores.
Até o penúltimo dia de visitação, segundo os organizadores, haviam passado pelo local 32 mil pessoas, o que representa menos de 10% do total esperado quando o evento foi oficializado, há alguns meses, que era de 400 mil, e depois redimensionado para 50 mil pessoas. O fato de ser a primeira edição do evento com o qual o público ainda não está habituado, a distância do centro da cidade, o período escolhido – virada do mês anterior ao que a maioria das pessoas recebe pagamento e véspera de feriadão -, o término numa sexta-feira quando o movimento foi melhor justamente no sábado e domingo anteriores, a falta de transporte fácil e gratuito para o local, além de uma divulgação insuficiente, podem ser apontados como os principais fatores que contribuíram para a baixa frequência e consequente fraca comercialização de livros.
Mas a própria Organizadora fizera questão de informar que o principal foco da Bienal, diferentemente das realizadas em outras capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, não seria a venda, mas a “disseminação do livro” baseado no tripé “cultura, educação e sustentabilidade’.
Para tanto programou sessões de autógrafos e cafés literários com autores nacionais e locais, sessões de cinema, oficinas literárias, palestras, apresentações de teatro e musicais, exposições, etc. Pior para os expositores que bancaram os altos custos de uso das instalações sem obter o retorno almejado.
A ADE-PR contou com cerca de dez voluntários, em equipes de duas a três pessoas por turno e cumpriu o seu papel ao disponibilizar cerca de 250 títulos, além de exemplares deste jornal para distribuição gratuita, mensagens volantes e marca-páginas. Financeiramente o resultado foi pouco acima do nulo.
Fica para todos a experiência desta Bienal que precisa ser repensada para 2011 quando está prevista a sua segunda edição.
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