ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 126ª edição | 03 de 2018.

Autorretrato

Por um lapso da nossa parte, na edição anterior, ao invés de relembrarmos o nº 65, o que então relatamos, na verdade, referia-se um posterior, o do bimestre março-abril. Então, agora, com nossos pedidos de desculpas, damos um passinho atrás para realçar o que de melhor publicamos na edição do bimestre janeiro-fevereiro de 2008.

Na matéria de capa recordamos os 150 anos de lançamento, por Allan Kardec, da Revue Spirit ou Jornal de Estudos Psicológicos, logo no primeiro dia do ano de 1858. Onze anos e meio – pois, as edições de abril, maio e junho de 1869, Kardec já havia as deixado quase prontas quando desencarnou – cerca de 4000 páginas.  Um repositório incalculável de informações acerca dos mais diversos assuntos que interessavam ao Espiritismo. 

Na página 5 publicamos o Relatório da Administração referente à gestão junho de 2006 a dezembro de 2007 e na página seguinte o Demonstrativo Financeiro do período 2006/2007.

Ainda na página 6, na seção “Revista Espírita de Kardec”, o periódico voltou a ser notícia em resumo que se reportava ao 2º semestre de 1864. 

Da edição de novembro daquele ano destacamos e voltamos a fazê-lo agora pequeno trecho de um discurso proferido pelo mestre lionês à Bélgica naquele mesmo ano. É um fato constante que o Espiritismo é mais entravado pelos que o compreendem mal do que pelos que não o compreendem absolutamente e, mesmo, por seus inimigos declarados. E é de notar que os que o compreendem mal geralmente têm a pretensão de o compreender melhor que os outros...

Na página 8, a seção “Por que saber”, teve como título “As complexas relações sociais de caráter espiritual entre encarnados e destes com os espíritos”. Em suma, o que se buscou com o texto foi inter-relacionar Espiritismo e Sociologia.

As relações entre encarnados e desencarnados é tão intensa e importante que uma síntese foi destacada no texto na forma de um boxe que dizia: Vivemos rodeados por “nuvens de espíritos” que mantêm personalidades e caráter, hábitos e preferências. Bons e elevados uns, medianos outros e um enorme contingente de viciosos e perturbados.

É fato que o Espiritismo é mais entravado pelos que o compreendem mal do que pelos que não o compreendem nada e por seus inimigos declarados. É de notar que os que o com preendem mal têm a pretensão de o compreender melhor que os outros...

Note-se também a definição de Sociologia, segundo o Dicionário Aurélio: é o estudo das relações que se estabelecem, consciente ou inconscientemente entre pessoas... Ora, do ponto de vista jurídico o desencarnado não é considerado “pessoa” porque é considerado ‘morto’. Porém, para o Espiritismo, não se morre, somente há a transferência da alma de uma dimensão para outra. Portanto, podemos, perfeitamente, continuar falando em ‘pessoa desencarnada’.

Ressalte-se na definição a possibilidade das relações inconscientes, uma vez que é exatamente isso o que ocorre na imensa maioria das vezes. Ou seja, os espíritos desencarnados renteiam conosco, interagem o tempo todo, mas nós não percebemos, exceto em circunstâncias especiais, como na mediunidade, por exemplo.

Vale lembrar, conforme declara a primeira parte do título, que há também relações psíquicas ou espirituais, entre os próprios encarnados. Nossas relações diárias vão muito além dos contatos físicos ou “virtuais”, tão populares atualmente.

A influência mental e permuta de energias sutis como a bioenergia ocorre sem que tenhamos consciência disso, mas nem por isso deixam de ser reais e impactantes em nossa vida material com reflexos importantes no ambiente em redor.

Na página 11, artigo de Marcelo Henrique Pereira, fez lembrar que a comemoração do Dia Internacional da Imprensa Espírita, celebrada no dia 1º do ano, desde 2004, foi instituído justamente o notável trabalho jornalístico de Allan Kardec com a Revista Espírita, iniciado 150 anos antes.

A certa altura, o articulista fornece no objetivo da imprensa espírita um modelo de atuação para bem poder cumprir seu papel. Diz ele: A Imprensa Espírita configura-se como o meio técnico-profissional autêntico e adequado para que as ideias espiritistas sejam imorredouras, perpetuando-se no tempo e no espaço sem, contudo, caírem no imobilismo e na repetitividade... Contudo, o traço marcante da imprensa espírita da atualidade e dos tempos vindouros será a alteridade, para possibilitar o diálogo fraterno e não excludente... Todos nós que militamos na comunicação social espírita, esperamos que os espíritas em geral se conscientizem da importância da Imprensa Espírita, colaborando com os esforços específicos de valorização do papel que ela possui na disseminação do conhecimento espírita e espiritual, contribuindo com a promoção da felicidade humana.

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