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Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 126ª edição | 03 de 2018.

Palestra e autógrafos do escritor Wilson Czerski na C.E.C.C.

No sábado, 10 de março, nosso editor, Wilson Czerski, proferiu palestra na Comunhão Espírita Cristã de Curitiba. O tema foi “O papel da dor em nossas vidas”, um dos 49 tópicos integrantes de seu último trabalho literário, “Admirável Mundo em que Vivemos”.

Durante a sua fala enfatizou que a Terra, às vezes, é considerada um hospital para internamento das almas enfermas em consequência de desequilíbrios pretéritos ou mesmo uma penitenciária para expiações mais dolorosas oriundas de delitos morais graves. Porém, acima de tudo, nosso planeta é uma grande escola de aprendizado e iluminação moral e intelectual.

Por isso que nem sempre devemos ver a dor e o sofrimento apenas como expiatórios visto que as provações, embora algumas vezes sejam também muito espinhosas, têm mais a ver com solicitações do próprio indivíduo antes de reencarnar.

Fundamentado nas informações contidas em O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. V, sobre as causas atuais e anteriores das aflições, estabeleceu uma conexão delas com as opções da dor e do amor comumente citadas para aqueles que se aproximam do Espiritismo. Mas com uma ressalva.

Para ele, essa escolha – pela dor ou pelo amor – não serve somente aos espíritas, mas a qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, de qualquer cultura ou religião, porque todos nós temos que progredir espiritualmente.

Se assim não fosse – perguntou – como ficaria a imensa maioria de pessoas que não são espíritas e nem tem oportunidade de conhecê-lo? Até porque tanto o conhecimento intelectual como as virtudes morais são universais e independem de rótulos quaisquer.

Longe de ser uma vilã – disse Wilson -, a dor é uma aliada no progresso humano; dedicada professora que nos ensina o que devemos e o que não devemos fazer. Dores físicas ou morais, nascidas na atual ou em reencarnações passadas, sempre, expiações ou provas, sempre podem ser atenuadas, parceladas e até canceladas, especialmente se a opção, pelo livre-arbítrio, for o pelo caminho do amor que compensa a contabilidade pessoal de cada um diante da lei de justiça divina. 

Por isso que para ele há uma diferença substancial entre as expressões “ação e reação” e lei de causa e efeito. A primeira é mecânica, automática e muito próxima da lei de talião, vigente ao tempo de Moisés. Reporta à segunda lei de Newton e não corresponde à flexibilidade das leis de Deus que comportam a possibilidade de suspensão da pena para aquele que já aprendeu a lição proposta com a dor em sua vida.

Já a lei de causa e efeito contempla sempre a existência da bondade divina e está mais alinhada à ideia de um papel eminentemente educativo e não simplesmente punitivo para a dor. Uma vez que o indivíduo compreenda onde errou, arrependa-se sinceramente e tome ou retome o caminho do Bem, não mais necessidade da dor.

Após a sua locução, Wilson Czerski distribuiu muitos autógrafos do seu livro “Admirável Mundo em que Vivemos” conforme flagrantes da fotógrafa Patrícia.

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